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O que tem a ver a mão com a mente? Em que é que a técnica se liga à inspiração criativa e à genialidade? A construção de instrumento musicais e a construção de uma peça de mobiliário estão imbuídas de valores éticos?

A partir do livro “The Craftsman”, de Richard Sennett, conversamos com Pedro Sol sobre estas e outras questões que ligam a artesania à filosofia, por outras palavras, a arte de fazer à arte de pensar.

Livro Recomendado

 

Pedro Sol

Pode ser uma imagem de 2 pessoas e pessoas a sorrir

Nasci em Lisboa a 1 de Maio de 1968, coisa a que acho graça por não me não considerar
especialmente revolucionário ou trabalhador.
Dediquei, isso sim, muito tempo a desenhar e desde cedo quis ser arquitecto.
Como sempre soube o que queria ser, fui ensaiando toda a sorte de outras coisas, só para
experimentar: fiz Natação e Surf, joguei Ténis e Rugby, cantei em coro e toquei guitarra, fiz
dobragens de desenhos animados, fiz Judo e Esgrima Japonesa, dancei Tango e Lindy Hop e
representei Commedia dell’Arte.
Trabalho desde há 22 anos na Câmara Municipal da Moita, onde sou arquitecto. As deslocações
diárias faço-as em transporte público, o que me permite ter 3 horas por dia para ler e deitar-me a
pensar; porém, sempre sozinho.
Conheci há pouco tempo a Academia do Diálogo e estou radiante por finalmente poder pensar
acompanhado.